A importância da Economia Criativa

Por que pensar em economia criativa?
A produção brasileira tem como base de competição econômica os commodities.

 

 

Primeiramente eu preciso explicar o que são “commodities”: o significado literal da palavra é “mercadoria”.

São produtos de baixo valor agregado, como grãos, legumes e frutas. Também podem ser chamados de matérias-primas, já que são criados ou usados para a fabricação de outros bens. Um exemplo é o metal, que como commodity pode ter várias finalidades e se tornar peça para carro, para construção civil etc..

A economia do Brasil é fundamentada em matéria-prima: laranja, café, petróleo e minério de ferro são alguns desses commodities. Vale lembrar que cada um tem suas categorias e no mercado financeiro isso é bem explícito.

Ponto aí!

Voltando ao tema principal desse texto, a economia criativa nos tempos atuais acontece com força e possibilidades mil, com rentabilidades, geração de renda e exportação. Lembrando que temos um país vasto, juntamente com estados e municípios que podem ser explorados (no sentido positivo) nesses campos econômicos, já que a inovação e a criatividade fazem parte desse movimento pró coletivo e popular. Essa característica vai ao encontro de um dos objetivos nacionais, qual seja, o desenvolvimento regional e local.

A economia criativa trabalha com bens e serviços inovadores, de forma coletiva ou individual, que não se resumem à cultura ou ao artesanal, já que a tecnologia faz parte da missão das novas economias.

Pensar em formalizar isso através de diretrizes legislativas é crucial para a estruturação e o crescimento desse movimento que já acontece mundo a fora.

Viva a Economia Criativa!

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Orçamento Público

Em esfera municipal, o Rio de Janeiro tem longos desafios e demandas. Não é difícil que nos deparemos com condições precárias de serviços, por consequência de uma má administração pública, da qual é vítima a população!

Temos em nosso município várias questões a serem debatidas, entre elas estão o saneamento básico, que garante água limpa e esgoto tratado e encanado; iluminação pública (sabemos bem o quanto são importantes ambientes iluminados em nosso espaço urbano); garantia de saúde, com postos capazes de atender a uma população composta por crianças, mulheres, idosos e adultos, que tanto necessitam desse serviço; segurança, ferramenta importante na empreitada da administração pública; transporte de qualidade para atender os grandes contingentes populacionais que moram longe dos centros.

O planejamento da prefeitura deve ter como base o coletivo. Impostos, taxas e contribuições impactam na vida dos indivíduos, portanto, é necessária uma estratégia orçamentária para a assertividade ou não do governo vigente

São três as bases para a organização do orçamento:

  • PPA – Planejamento Plurianual
  • LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias
  • LOA – Lei Orçamentária Anual

O texto final de cada uma dessas bases decorre da interação de ideias sobre o orçamento, que acontece entre executivo e legislativo, ou seja, prefeitura e vereadores.

Nos próximos posts, vou detalhar PPA, LDO E LOA. Cada uma delas tem sua importância no contexto municipal.

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